03/02/2007

Lágrimas
Noite fria, escura, sombria, O cheiro do podre sai de meu peitoaos narizes frágeis da sociedade, e assim se espalhou por toda a cidade. Esse odor pútrido tinha nome, tinha constância e cor, tinha o gosto da tristeza, tinha o nome de amor. Esse mesmo que dizem belo, que dizem o mais puro sentir. Esse que nos corrói, nos destrói, nos força a nos destruirmos. Que dizem nos dar a vida, mas acaba com nosso mundo, como meros servos do peito, acabamos como vagabundos. Respondendo e ouvindo os insultos, chorando lágrimas de sangue.

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